Sintoma
Perda de potência
The engine produces less than it should — slower acceleration, struggling on hills, or needing more throttle for the same result. The most commonly reported symptom in the corpus, which also makes it the least specific on its own.
Outras descrições: no power, lacks power, won't pull, sluggish, gutless, underpowered, feels flat, down on power, poor acceleration, افت قدرت, ماشین قدرت ندارد, کشش ندارد, شتاب ندارد, perdida potencia, pierde potencia, no tiene fuerza, falta potencia, carro no jala, فقدان القوة, السيارة ضعيفة, ما فيها نفس, قوة المحرك ضعيفة, السيارة مش شايلة, سيارتي ضعيفة, عربيتي مش شايلة
Algumas causas significam que você deve parar de dirigir
257 dos 844 códigos que produzem este sintoma indicam uma falha em que continuar dirigindo arrisca causar danos ou é inseguro. Se o sintoma for repentino ou grave, trate-o como um desses até que uma leitura do scanner diga o contrário.
O que isso costuma significar
Perguntar primeiro se a potência foi tirada ou se ela não está sendo feita, porque essa única pergunta divide uma lista enorme de causas de perda de potência em duas listas administráveis, e o motorista normalmente consegue responder.
Um limite imposto some quando a ignição é ciclada. O gerenciamento retira potência para proteger alguma coisa, ou porque parou de confiar num sinal, e a retirada fica travada até a próxima partida — então um carro que fica fraco até parar, desligar e ligar de novo, e aí puxa normalmente, tem um limite eletrônico e não uma falha mecânica. Uma falha mecânica não se conserta sozinha num estacionamento. Se não voltar depois de ligar de novo, o motor realmente não consegue fazer a potência, e o resto desta página se aplica.
Um motor é uma bomba de ar, e tudo que faz potência escala com quanto ar ele consegue movimentar. Então a população mecânica é uma lista de restrições e vazamentos: um turbocompressor que não entrega pressão, pressão escapando por uma mangueira rachada ou por um intercooler inoperante, um escapamento que não consegue se livrar do que foi queimado, um filtro de partículas carregado a ponto de estrangular o motor, ou um sensor de fluxo de ar lendo baixo, de modo que o gerenciamento fornece pouco combustível para o ar que realmente está chegando.
Num motor turbo, resistir à conclusão de que o turbo falhou. Referências alemãs de oficina colocam o próprio turbocompressor como íntegro na grande maioria dos casos que chegam como defeito de pressão — o que está errado de verdade normalmente são as palhetas de geometria variável carbonizadas e travadas, o atuador ou a alimentação de vácuo dele, uma tubulação de admissão rachada, ou um filtro de partículas que sufocou a energia de escape da qual o turbo vive. O turbo é o que se troca e as palhetas é que estavam travadas, que é um jeito caro de estar quase certo.
O lado do escapamento é o mais frequentemente esquecido por completo, porque uma restrição parcial flui bem o bastante na marcha lenta para parecer normal e só sufoca em velocidade. É mensurável em vez de matéria de opinião: contrapressão abaixo de cerca de 0,1 bar na marcha lenta e abaixo de cerca de 0,2 bar a 2.000 rpm na maioria dos motores, com uma comparação entre as tomadas antes e depois do catalisador localizando uma colmeia derretida.
Como investigar
| O que você encontra | Causa provável | Como confirmar | O que resolve |
|---|---|---|---|
| A potência volta ao desligar e ligar de novo | Um limite imposto em vez de falha mecânica — o gerenciamento retirou potência e soltou no ciclo de ignição | Ler códigos armazenados e o freeze frame deles, que é o único registro das condições no instante em que aconteceu. Anotar o que o carro estava fazendo: subida, calor, chuva, aceleração. | Diagnosticar o código armazenado. Não sair rodando atrás de falha mecânica — esse padrão diz que não existe uma. |
| Fraco sob carga e em subida, normal em acelerador leve, motor turbo | A pressão não está chegando — tubulação de admissão ou intercooler rachado, palhetas de geometria variável carbonizadas, atuador ou alimentação de vácuo | Comparar pressão pedida contra pressão real nos dados ao vivo, e depois pressurizar o sistema de admissão em busca de vazamentos. Conferir se o atuador percorre todo o curso antes de condenar qualquer coisa. | Reparar o vazamento, soltar ou trocar o mecanismo das palhetas, ou trocar o atuador. O turbocompressor em si está íntegro na maioria desses casos. |
| Diesel, gradual, com histórico de regenerações interrompidas | Filtro de partículas carregado — ele estrangula o escapamento e tira do turbo a energia da qual ele vive | Ler carga de fuligem e de cinzas, pressão diferencial no filtro, e o histórico de regeneração. A carga de cinzas é a que não volta a cair. | Regeneração forçada onde o problema for fuligem; limpeza ou troca onde for cinza. Descobrir por que as regenerações não estavam completando, ou ele volta. |
| Gradual ao longo de meses, visivelmente pior quanto mais forte se dirige | Restrição no escapamento — colmeia do catalisador derretida ou colapsada, muitas vezes herança de uma falha de combustão antiga | Medir contrapressão: abaixo de cerca de 0,1 bar na marcha lenta e cerca de 0,2 bar a 2.000 rpm na maioria dos motores. Leitura alta antes do catalisador com uma bem menor depois nomeia o catalisador. | Trocar o trecho restrito, e reparar o que causou aquilo. Um catalisador novo atrás de uma falha de combustão não reparada falha do mesmo jeito. |
| Potência ruim com as correções de combustível mostrando o motor rico ou pobre | Sensor de fluxo de ar lendo baixo, ou entrada de ar não medida — o gerenciamento dosa para um ar que não enxerga direito | Comparar o fluxo de ar ao vivo do sensor contra o valor esperado para o motor com o acelerador todo aberto, e fazer teste de fumaça na admissão. As correções dizem em que direção o erro corre. | Limpar ou trocar o sensor, ou reparar o vazamento. Não limpar um sensor com nada além do solvente correto — o elemento sensor é frágil. |
| Fica sem combustível sob carga sustentada, se recupera ao aliviar | Um teto de entrega — filtro obstruído, bomba cansada, ou uma linha restrita | Medir a pressão de combustível *sob carga* em vez de na marcha lenta, que é onde o teto aparece. Num diesel, observar a pressão da flauta ao vivo contra o valor comandado. | Trocar o filtro primeiro onde estiver vencido, depois a bomba pela medição sob carga em vez de pela idade. |
| Fraco com funcionamento irregular e escapamento fuliginoso, diesel | Válvula EGR travada aberta — gás de escape ocupando o lugar do ar de que o motor precisa | Comandar o fechamento da válvula pelo scanner e observar o retorno de posição, ou inspecioná-la diretamente. Massa de ar ao vivo bem abaixo do esperado apoia isso. | Limpar ou trocar a válvula. Conferir também a ventilação do cárter, já que é a névoa de óleo que liga a fuligem. |
| Sem códigos, nada encontrado, e o motor já rodou muito | Mecânico — compressão perdida, ou sincronismo de válvulas que andou com uma corrente esticada | Compressão ou estanqueidade em todos os cilindros, e conferir o sincronismo do comando contra as marcas. É aqui que se chega por último, não por onde se começa. | Reparar conforme o achado. Leitura baixa igual em todos os cilindros é desgaste; um cilindro baixo é uma válvula ou um anel. |
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A potência volta ao desligar e ligar de novo
- Causa provável
- Um limite imposto em vez de falha mecânica — o gerenciamento retirou potência e soltou no ciclo de ignição
- Como confirmar
- Ler códigos armazenados e o freeze frame deles, que é o único registro das condições no instante em que aconteceu. Anotar o que o carro estava fazendo: subida, calor, chuva, aceleração.
- O que resolve
- Diagnosticar o código armazenado. Não sair rodando atrás de falha mecânica — esse padrão diz que não existe uma.
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Fraco sob carga e em subida, normal em acelerador leve, motor turbo
- Causa provável
- A pressão não está chegando — tubulação de admissão ou intercooler rachado, palhetas de geometria variável carbonizadas, atuador ou alimentação de vácuo
- Como confirmar
- Comparar pressão pedida contra pressão real nos dados ao vivo, e depois pressurizar o sistema de admissão em busca de vazamentos. Conferir se o atuador percorre todo o curso antes de condenar qualquer coisa.
- O que resolve
- Reparar o vazamento, soltar ou trocar o mecanismo das palhetas, ou trocar o atuador. O turbocompressor em si está íntegro na maioria desses casos.
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Diesel, gradual, com histórico de regenerações interrompidas
- Causa provável
- Filtro de partículas carregado — ele estrangula o escapamento e tira do turbo a energia da qual ele vive
- Como confirmar
- Ler carga de fuligem e de cinzas, pressão diferencial no filtro, e o histórico de regeneração. A carga de cinzas é a que não volta a cair.
- O que resolve
- Regeneração forçada onde o problema for fuligem; limpeza ou troca onde for cinza. Descobrir por que as regenerações não estavam completando, ou ele volta.
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Gradual ao longo de meses, visivelmente pior quanto mais forte se dirige
- Causa provável
- Restrição no escapamento — colmeia do catalisador derretida ou colapsada, muitas vezes herança de uma falha de combustão antiga
- Como confirmar
- Medir contrapressão: abaixo de cerca de 0,1 bar na marcha lenta e cerca de 0,2 bar a 2.000 rpm na maioria dos motores. Leitura alta antes do catalisador com uma bem menor depois nomeia o catalisador.
- O que resolve
- Trocar o trecho restrito, e reparar o que causou aquilo. Um catalisador novo atrás de uma falha de combustão não reparada falha do mesmo jeito.
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Potência ruim com as correções de combustível mostrando o motor rico ou pobre
- Causa provável
- Sensor de fluxo de ar lendo baixo, ou entrada de ar não medida — o gerenciamento dosa para um ar que não enxerga direito
- Como confirmar
- Comparar o fluxo de ar ao vivo do sensor contra o valor esperado para o motor com o acelerador todo aberto, e fazer teste de fumaça na admissão. As correções dizem em que direção o erro corre.
- O que resolve
- Limpar ou trocar o sensor, ou reparar o vazamento. Não limpar um sensor com nada além do solvente correto — o elemento sensor é frágil.
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Fica sem combustível sob carga sustentada, se recupera ao aliviar
- Causa provável
- Um teto de entrega — filtro obstruído, bomba cansada, ou uma linha restrita
- Como confirmar
- Medir a pressão de combustível *sob carga* em vez de na marcha lenta, que é onde o teto aparece. Num diesel, observar a pressão da flauta ao vivo contra o valor comandado.
- O que resolve
- Trocar o filtro primeiro onde estiver vencido, depois a bomba pela medição sob carga em vez de pela idade.
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Fraco com funcionamento irregular e escapamento fuliginoso, diesel
- Causa provável
- Válvula EGR travada aberta — gás de escape ocupando o lugar do ar de que o motor precisa
- Como confirmar
- Comandar o fechamento da válvula pelo scanner e observar o retorno de posição, ou inspecioná-la diretamente. Massa de ar ao vivo bem abaixo do esperado apoia isso.
- O que resolve
- Limpar ou trocar a válvula. Conferir também a ventilação do cárter, já que é a névoa de óleo que liga a fuligem.
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Sem códigos, nada encontrado, e o motor já rodou muito
- Causa provável
- Mecânico — compressão perdida, ou sincronismo de válvulas que andou com uma corrente esticada
- Como confirmar
- Compressão ou estanqueidade em todos os cilindros, e conferir o sincronismo do comando contra as marcas. É aqui que se chega por último, não por onde se começa.
- O que resolve
- Reparar conforme o achado. Leitura baixa igual em todos os cilindros é desgaste; um cilindro baixo é uma válvula ou um anel.
Códigos que produzem este sintoma (844)
Os códigos que mais tipicamente se apresentam assim vêm primeiro — o ponto de partida mais provável.
- P0001 Regulador de volume de combustível A — circuito de controle aberto Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P0002 Regulador de volume de combustível A — circuito de controle, faixa/desempenho Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P0003 Regulador de volume de combustível A — circuito de controle baixo Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P0004 Regulador de volume de combustível A — circuito de controle alto Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P0008 Sistema de posição do motor — desempenho, banco 1 Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P0009 Sistema de posição do motor — desempenho, banco 2 Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P0010 Atuador A de posição do comando de válvulas A — circuito de controle aberto, banco 1 Típico deste código Moderada
- P0011 Posição do comando de válvulas A — sincronização excessivamente adiantada ou desempenho do sistema (banco 1) Típico deste código Moderada
- P0012 Posição do comando de válvulas A — sincronização excessivamente atrasada (banco 1) Típico deste código Moderada
- P0013 Atuador A de posição do comando de válvulas B — circuito de controle aberto, banco 1 Típico deste código Moderada
- P0014 Posição do comando de válvulas B — sincronização excessivamente adiantada ou desempenho do sistema, banco 1 Típico deste código Moderada
- P0016 Correlação entre posição do virabrequim e posição do comando de válvulas (banco 1, sensor A) Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P0017 Correlação entre posição do virabrequim e posição do comando de válvulas (banco 1, sensor B) Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P0018 Correlação entre posição do virabrequim e posição do comando de válvulas (banco 2, sensor A) Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P0019 Correlação entre posição do virabrequim e posição do comando de válvulas (banco 2, sensor B) Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P0020 Atuador A de posição do comando de válvulas A — circuito de controle aberto, banco 2 Típico deste código Moderada
- P0021 Posição do comando de válvulas A — sincronização excessivamente adiantada ou desempenho do sistema (banco 2) Típico deste código Moderada
- P0022 Posição do comando de válvulas A — sincronização excessivamente atrasada (banco 2) Típico deste código Moderada
- P0023 Atuador A de posição do comando de válvulas B — circuito de controle aberto, banco 2 Típico deste código Moderada
- P0024 Posição do comando de válvulas B — sincronização excessivamente adiantada ou desempenho do sistema, banco 2 Típico deste código Moderada
- P0026 Solenoide de controle da válvula de admissão — circuito, faixa/desempenho, banco 1 Típico deste código Moderada
- P0027 Solenoide de controle da válvula de escapamento — circuito, faixa/desempenho, banco 1 Típico deste código Moderada
- P0028 Solenoide de controle da válvula de admissão — circuito, faixa/desempenho, banco 2 Típico deste código Moderada
- P0029 Solenoide de controle da válvula de escapamento — circuito, faixa/desempenho, banco 2 Típico deste código Moderada
- P0033 Válvula de desvio A do turbocompressor/sobrealimentador — circuito de controle Típico deste código Moderada
Informação, não instrução
O CarGeek é uma referência, não um manual de serviço. Suas páginas são escritas a partir de fontes públicas e do que outras pessoas constataram, nunca a partir da documentação de serviço do fabricante, de modo que podem estar erradas ou incompletas para o seu veículo específico. Parte do que descrevem envolve risco real: alta tensão, combustível sob pressão, energia acumulada e peças quentes ou em movimento.
Antes de agir com base em qualquer orientação, peça a verificação de uma pessoa com formação técnica, seguindo o procedimento do próprio fabricante para o seu veículo. Nada aqui substitui esse procedimento.
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O que faz valer a leitura:
- O carro — marca, modelo, ano e motor. A mesma falha se comporta de forma diferente em cada um.
- O que você mediu, não só o que trocou.
- O que realmente resolveu — ou que nada resolveu, o que também vale saber.
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