Sintoma
Cheiro de queimado
A hot or acrid smell that may be overheated oil, transmission fluid, coolant or electrical insulation. Worth identifying quickly, since several of the possibilities are urgent.
Outras descrições: burning, smells hot, acrid smell, hot smell, smells like burning, electrical burning smell, بوی سوختگی, بوی دود و سوختن, huele a quemado, olor a quemado, huele a plastico quemado, رائحة حريق, ريحة احتراق, رائحة بلاستيك محروق
Algumas causas significam que você deve parar de dirigir
23 dos 64 códigos que produzem este sintoma indicam uma falha em que continuar dirigindo arrisca causar danos ou é inseguro. Se o sintoma for repentino ou grave, trate-o como um desses até que uma leitura do scanner diga o contrário.
O que isso costuma significar
Vale identificar rápido, já que várias das possibilidades são urgentes — e o próprio cheiro é a melhor evidência disponível, porque cada material queima de forma característica.
- Óleo quente: acre e levemente adocicado, normalmente com fumaça visível vindo do cofre do motor. Óleo num coletor quente é risco de incêndio independentemente de quão pequeno seja o vazamento.
- Isolação elétrica: agudo, plástico, inconfundível depois de conhecido. Tratar como urgente — um circuito superaquecendo está a caminho de um incêndio e muitas vezes cheira antes de falhar.
- Óleo de câmbio: mais agudo e mais químico do que óleo de motor, e num automático normalmente significa que o óleo foi superaquecido em vez de derramado.
- Líquido de arrefecimento: adocicado, com vapor branco em vez de fumaça.
- Embreagem: um cheiro quente, empoeirado e característico depois de saídas em ladeira ou de trânsito pesado, e normal em pequena quantidade num manual sendo exigido.
- Freios: metal quente e material de atrito depois de uma descida longa, ou vindo de uma roda se uma pinça estiver arrastando.
De onde ele vem estreita mais ainda, e um teste gratuito faz a maior parte do trabalho: apalpar cada roda depois de rodar. Uma roda visivelmente mais quente do que as outras é um freio arrastando ou um rolamento acabando, e isso distingue um cheiro de ponta de eixo de um do cofre do motor na hora.
Um cheiro de queimado com fumaça, ou qualquer cheiro elétrico, é parar e investigar em vez de seguir para casa. Desconectar a bateria se um cheiro elétrico estiver forte e a origem não for óbvia.
E excluir a versão inocente: um carro novo, ou pastilhas e discos novos, cheiram nas primeiras centenas de quilômetros conforme revestimentos de proteção queimam.
Como investigar
| O que você encontra | Causa provável | Como confirmar | O que resolve |
|---|---|---|---|
| Cheiro agudo de plástico ou elétrico | Isolação superaquecendo — um circuito conduzindo mais corrente do que deveria | Não demorar para diagnosticar. Parar, e procurar fumaça ou calor em caixas de fusíveis e conectores. | Desconectar a bateria se o cheiro estiver forte. Reparar o circuito e achar por que ele sobrecarregou — só um fusível novo não resolve. |
| Cheiro acre com fumaça vindo do cofre do motor | Óleo ou líquido de arrefecimento em componentes quentes — quase sempre um vazamento sobre o coletor de escape | Depois de frio, procurar manchas de óleo acima do coletor e conferir o nível do líquido de arrefecimento. | Reparar o vazamento e limpar o coletor e as proteções. Óleo residual reacende o cheiro na próxima rodada. |
| Uma roda muito mais quente do que as outras depois de rodar | Um freio arrastando ou um rolamento de roda acabando | Apalpar cada roda e cubo depois de rodar — com cuidado. Este teste gratuito localiza um cheiro de ponta de eixo em segundos. | Soltar ou trocar a pinça ou o rolamento. Um freio arrastando também custa combustível continuamente. |
| Cheiro quente e empoeirado depois de saídas em ladeira ou trânsito pesado, câmbio manual | A embreagem — normal em pequena quantidade quando exigida, um aviso quando acontece com facilidade | Anotar o quanto o carro estava sendo exigido. Uma embreagem que cheira numa saída em ladeira comum está patinando. | Nenhum reparo se ela levou abuso de verdade. Testar patinamento sob carga se acontecer com facilidade. |
| Cheiro químico agudo com trocas bruscas ou um automático muito exigido | Óleo de câmbio superaquecido | Conferir a condição do óleo e ler a temperatura do câmbio onde houver. Óleo com cheiro de queimado já é um achado. | Trocar o óleo na especificação e resolver por que ele superaqueceu — reboque, resfriador, ou um elemento patinando. |
| Carro novo, ou pastilhas e discos novos, com o cheiro diminuindo nas primeiras centenas de quilômetros | Revestimentos de proteção queimando — normal | Correlacionar com a idade ou com o serviço recente, e anotar que está diminuindo em vez de constante. | Nenhum reparo. |
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Cheiro agudo de plástico ou elétrico
- Causa provável
- Isolação superaquecendo — um circuito conduzindo mais corrente do que deveria
- Como confirmar
- Não demorar para diagnosticar. Parar, e procurar fumaça ou calor em caixas de fusíveis e conectores.
- O que resolve
- Desconectar a bateria se o cheiro estiver forte. Reparar o circuito e achar por que ele sobrecarregou — só um fusível novo não resolve.
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Cheiro acre com fumaça vindo do cofre do motor
- Causa provável
- Óleo ou líquido de arrefecimento em componentes quentes — quase sempre um vazamento sobre o coletor de escape
- Como confirmar
- Depois de frio, procurar manchas de óleo acima do coletor e conferir o nível do líquido de arrefecimento.
- O que resolve
- Reparar o vazamento e limpar o coletor e as proteções. Óleo residual reacende o cheiro na próxima rodada.
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Uma roda muito mais quente do que as outras depois de rodar
- Causa provável
- Um freio arrastando ou um rolamento de roda acabando
- Como confirmar
- Apalpar cada roda e cubo depois de rodar — com cuidado. Este teste gratuito localiza um cheiro de ponta de eixo em segundos.
- O que resolve
- Soltar ou trocar a pinça ou o rolamento. Um freio arrastando também custa combustível continuamente.
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Cheiro quente e empoeirado depois de saídas em ladeira ou trânsito pesado, câmbio manual
- Causa provável
- A embreagem — normal em pequena quantidade quando exigida, um aviso quando acontece com facilidade
- Como confirmar
- Anotar o quanto o carro estava sendo exigido. Uma embreagem que cheira numa saída em ladeira comum está patinando.
- O que resolve
- Nenhum reparo se ela levou abuso de verdade. Testar patinamento sob carga se acontecer com facilidade.
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Cheiro químico agudo com trocas bruscas ou um automático muito exigido
- Causa provável
- Óleo de câmbio superaquecido
- Como confirmar
- Conferir a condição do óleo e ler a temperatura do câmbio onde houver. Óleo com cheiro de queimado já é um achado.
- O que resolve
- Trocar o óleo na especificação e resolver por que ele superaqueceu — reboque, resfriador, ou um elemento patinando.
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Carro novo, ou pastilhas e discos novos, com o cheiro diminuindo nas primeiras centenas de quilômetros
- Causa provável
- Revestimentos de proteção queimando — normal
- Como confirmar
- Correlacionar com a idade ou com o serviço recente, e anotar que está diminuindo em vez de constante.
- O que resolve
- Nenhum reparo.
Códigos que produzem este sintoma (64)
Os códigos que mais tipicamente se apresentam assim vêm primeiro — o ponto de partida mais provável.
- C0072 Temperatura dos freios muito alta Típico deste código Alta
- P0811 Deslizamento excessivo da embreagem A Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P0868 Pressão do óleo da transmissão — baixo Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P0894 Componente da transmissão deslizando Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P20CF Injetor A de combustível do pós-tratamento dos gases de escapamento — travado aberto Típico deste código Pare de dirigir Crítica
- P20DB Fornecimento de combustível do pós-tratamento dos gases de escapamento — controle travado aberto Típico deste código Pare de dirigir Crítica
- P244D Temperatura dos gases de escapamento — muito alta para a regeneração do filtro de partículas, banco 1 Típico deste código Alta
- P270A Elemento de atrito A da transmissão — temperatura muito alta Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P270B Elemento de atrito B da transmissão — temperatura muito alta Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P270C Elemento de atrito C da transmissão — temperatura muito alta Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P270D Elemento de atrito D da transmissão — temperatura muito alta Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P270E Elemento de atrito E da transmissão — temperatura muito alta Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P270F Elemento de atrito F da transmissão — temperatura muito alta Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P273F Sensor B de temperatura do óleo da transmissão — sobretemperatura Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P274F Sensor C de temperatura do óleo da transmissão — sobretemperatura Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P275F Sensor D de temperatura do óleo da transmissão — sobretemperatura Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P2783 Conversor de torque — temperatura muito alta Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P2787 Embreagem A — temperatura muito alta Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P27F3 Embreagem B — temperatura muito alta Típico deste código Pare de dirigir Alta
- P0218 Sensor A de temperatura do óleo da transmissão — sobretemperatura Pare de dirigir Alta
- P0298 Óleo do motor — sobretemperatura Pare de dirigir Crítica
- P0473 Sensor A de pressão de escapamento — circuito alto Pare de dirigir Moderada
- P04FC Sistema de respiro do cárter — desempenho Moderada
- P0546 Sensor de temperatura dos gases de escapamento — circuito alto, banco 1 sensor 1 Moderada
- P0549 Sensor de temperatura dos gases de escapamento — circuito alto, banco 2 sensor 1 Moderada
Informação, não instrução
O CarGeek é uma referência, não um manual de serviço. Suas páginas são escritas a partir de fontes públicas e do que outras pessoas constataram, nunca a partir da documentação de serviço do fabricante, de modo que podem estar erradas ou incompletas para o seu veículo específico. Parte do que descrevem envolve risco real: alta tensão, combustível sob pressão, energia acumulada e peças quentes ou em movimento.
Antes de agir com base em qualquer orientação, peça a verificação de uma pessoa com formação técnica, seguindo o procedimento do próprio fabricante para o seu veículo. Nada aqui substitui esse procedimento.
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O que faz valer a leitura:
- O carro — marca, modelo, ano e motor. A mesma falha se comporta de forma diferente em cada um.
- O que você mediu, não só o que trocou.
- O que realmente resolveu — ou que nada resolveu, o que também vale saber.
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