Sintoma
O motor treme ao ser desligado
The engine shakes or kicks as it stops instead of dying smoothly. Characteristic of a diesel whose intake shut-off flap is no longer closing properly — the flap exists to cut the air supply cleanly at shutdown, and a carbon-coated one lets the engine run on for a moment against compression. Frequently accompanies EGR faults, because it is usually the same valve and the same deposits.
Outras descrições: shakes when switched off, kicks on shutdown, shudders on shut down, judders when turned off, runs on when switched off, diesel shudder on stop, موتور هنگام خاموش شدن تکان میخورد, لرزش موقع خاموش کردن, sacudida al apagar, tirones al apagar motor, vibra al apagarse, رجة عند الإطفاء, اهتزاز لحظة إطفاء المحرك, نقزة وقت الطفي
O que isso costuma significar
Um diesel deve parar de forma abrupta e silenciosa, e o mecanismo que faz isso é uma borboleta. Cortar só o combustível deixa o motor girando contra a compressão cheia por um instante, o que o sacode; então a admissão traz uma borboleta de corte — uma válvula de corte da admissão, do mesmo tipo das de turbilhonamento — que fecha no desligamento para estrangular o ar e deixar o motor parar de forma limpa. Um tremor no desligamento é essa borboleta não fechando.
O carvão é a razão, e a posição da borboleta no motor é a razão de o carvão estar ali. Ela fica no duto de admissão depois de onde o gás de escape é recirculado, então vive num fluxo de fuligem e névoa de óleo e vai sendo revestida até a placa não assentar mais, ou até a articulação endurecer além do que o atuador consegue mover. Este é o mesmo depósito que encrusta a válvula EGR, e é por isso que os dois defeitos chegam juntos e por que um carro com este tremor muitas vezes carrega códigos de EGR também. Tratar os dois como um serviço só normalmente é o certo.
O atuador é a outra metade. Onde ele é a vácuo, um diafragma ressecado ou uma mangueira vazando deixam a borboleta sem conseguir fechar mesmo estando livre para se mover; onde é um motor, o motor ou o retorno de posição dele podem falhar. Os dois são separáveis à mão: com o motor desligado, uma borboleta que se move livre por todo o curso aponta para o atuador ou para a alimentação dele, e uma borboleta dura ou travada aponta para depósitos.
Nada disso é urgente, e dizer isso importa — um tremor no desligamento não afeta como o carro anda e não é motivo para parar de usá-lo. Vale atender porque os depósitos que o causam seguem se acumulando, e porque o defeito de EGR ao lado dele acaba afetando sim como o carro anda.
Como investigar
| O que você encontra | Causa provável | Como confirmar | O que resolve |
|---|---|---|---|
| Diesel que dá um coice ou treme ao parar, e no resto anda normalmente | Borboleta de corte da admissão não fechando no desligamento, então o motor para contra a compressão | Retirar o duto de admissão e observar a borboleta durante o desligamento, ou movê-la à mão com o motor desligado. Uma placa que não alcança a sede dela é o defeito. | Limpar ou trocar o conjunto da borboleta. Esperar encontrar a válvula EGR na mesma condição. |
| A borboleta está dura ou não percorre o curso à mão | Depósitos de carvão e óleo travando a placa ou o eixo dela | Inspecionar a placa, o eixo e o alojamento diretamente. O depósito é fuligem ligada por névoa de óleo e normalmente é óbvio assim que o duto sai. | Limpar a fundo ou trocar. Resolver por que a névoa de óleo está ali — um defeito de ventilação do cárter vai reconstruir o depósito. |
| A borboleta se move livre à mão mas ainda assim não fecha no desligamento | O atuador não a está acionando — um diafragma de vácuo ressecado, uma mangueira vazando, ou um atuador elétrico inoperante | Aplicar vácuo diretamente no atuador e observar o movimento, ou comandar o atuador pelo scanner. Movimento livre mais nenhuma atuação isola isso de forma limpa. | Trocar o atuador ou reparar a alimentação de vácuo. Conferir a bomba de vácuo e as linhas enquanto estiverem expostas. |
| Códigos de defeito de EGR armazenados junto com o tremor | Os mesmos depósitos encrustando os dois — uma causa, dois sintomas | Ler os códigos e inspecionar os dois componentes juntos. Achar um limpo e o outro revestido seria a surpresa, não a norma. | Fazer o serviço nos dois na mesma operação. Limpar um e deixar o outro significa fazer o serviço duas vezes. |
| Apareceu depois de muito uso em trajetos curtos | Depósitos se acumulando mais rápido do que são queimados, porque a admissão nunca alcança a temperatura que a mantém limpa | Corroborar com o padrão de uso em vez de tratar como defeito à parte, e conferir se há problemas de regeneração do filtro de partículas vindos da mesma causa. | Limpar, e mudar o padrão de uso onde for possível. Esperar recorrência caso contrário. |
-
Diesel que dá um coice ou treme ao parar, e no resto anda normalmente
- Causa provável
- Borboleta de corte da admissão não fechando no desligamento, então o motor para contra a compressão
- Como confirmar
- Retirar o duto de admissão e observar a borboleta durante o desligamento, ou movê-la à mão com o motor desligado. Uma placa que não alcança a sede dela é o defeito.
- O que resolve
- Limpar ou trocar o conjunto da borboleta. Esperar encontrar a válvula EGR na mesma condição.
-
A borboleta está dura ou não percorre o curso à mão
- Causa provável
- Depósitos de carvão e óleo travando a placa ou o eixo dela
- Como confirmar
- Inspecionar a placa, o eixo e o alojamento diretamente. O depósito é fuligem ligada por névoa de óleo e normalmente é óbvio assim que o duto sai.
- O que resolve
- Limpar a fundo ou trocar. Resolver por que a névoa de óleo está ali — um defeito de ventilação do cárter vai reconstruir o depósito.
-
A borboleta se move livre à mão mas ainda assim não fecha no desligamento
- Causa provável
- O atuador não a está acionando — um diafragma de vácuo ressecado, uma mangueira vazando, ou um atuador elétrico inoperante
- Como confirmar
- Aplicar vácuo diretamente no atuador e observar o movimento, ou comandar o atuador pelo scanner. Movimento livre mais nenhuma atuação isola isso de forma limpa.
- O que resolve
- Trocar o atuador ou reparar a alimentação de vácuo. Conferir a bomba de vácuo e as linhas enquanto estiverem expostas.
-
Códigos de defeito de EGR armazenados junto com o tremor
- Causa provável
- Os mesmos depósitos encrustando os dois — uma causa, dois sintomas
- Como confirmar
- Ler os códigos e inspecionar os dois componentes juntos. Achar um limpo e o outro revestido seria a surpresa, não a norma.
- O que resolve
- Fazer o serviço nos dois na mesma operação. Limpar um e deixar o outro significa fazer o serviço duas vezes.
-
Apareceu depois de muito uso em trajetos curtos
- Causa provável
- Depósitos se acumulando mais rápido do que são queimados, porque a admissão nunca alcança a temperatura que a mantém limpa
- Como confirmar
- Corroborar com o padrão de uso em vez de tratar como defeito à parte, e conferir se há problemas de regeneração do filtro de partículas vindos da mesma causa.
- O que resolve
- Limpar, e mudar o padrão de uso onde for possível. Esperar recorrência caso contrário.
Códigos que produzem este sintoma (10)
Os códigos que mais tipicamente se apresentam assim vêm primeiro — o ponto de partida mais provável.
- P02E3 Controle A do fluxo de ar de admissão diesel — circuito de controle alto Típico deste código Moderada
- P0A14 Coxim A do motor — circuito de controle aberto Típico deste código Baixa
- P0A15 Coxim A do motor — circuito de controle baixo Típico deste código Baixa
- P2394 Controle B do fluxo de ar de admissão diesel — travado aberto Típico deste código Moderada
- P02E8 Sensor A de posição do fluxo de ar de admissão diesel — circuito baixo Moderada
- P0487 Borboleta de recirculação dos gases de escapamento — circuito de controle A aberto Moderada
- P0488 Borboleta de recirculação dos gases de escapamento — circuito de controle A, faixa/desempenho Moderada
- P0A16 Coxim A do motor — circuito de controle alto Baixa
- P0AB6 Coxim B do motor — circuito de controle aberto Baixa
- P2390 Controle B do fluxo de ar de admissão diesel — circuito de controle aberto Moderada
Informação, não instrução
O CarGeek é uma referência, não um manual de serviço. Suas páginas são escritas a partir de fontes públicas e do que outras pessoas constataram, nunca a partir da documentação de serviço do fabricante, de modo que podem estar erradas ou incompletas para o seu veículo específico. Parte do que descrevem envolve risco real: alta tensão, combustível sob pressão, energia acumulada e peças quentes ou em movimento.
Antes de agir com base em qualquer orientação, peça a verificação de uma pessoa com formação técnica, seguindo o procedimento do próprio fabricante para o seu veículo. Nada aqui substitui esse procedimento.
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